Rato de estimação

Rato de estimação
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Rato de estimação – Twister ou Mercol, roedor selvagem que atualmente é vendido como animal de estimação e cada vez mais vem apresentando uma boa aceitação pelas pessoas.

Rato de Estimação – Sua História

Este roedor é originário da Ásia, e se espalhou pelo mundo pela ação exploratória do homem. O rato selvagem foi disseminador de várias doenças e por muito tempo caçado pelo homem. Mesmo assim, alguns homens começaram a domesticar estes pequenos há muito tempo atrás, e a partir daí se conseguiu utilizá-lo para vários avanços na medicina nos laboratórios. Hoje é um dos animais mais utilizados para estudos, assim como camundongos e coelhos. Hoje é encontrado em várias lojas onde é vendido como animal de estimação, e cada vez mais vem apresentando uma boa aceitação pelas pessoas.

Rato de estimação – Características

O rato (Rattus novergicus) está ficando cada vez mais populares como animais de estimação, e são conhecidos também por Mercol e Twister. São animais sociáveis, raramente mordem, limpos e podem ser treinados. Existem vários vídeos na internet sobre estes animais. Podem ser mantidos em grupos, machos e fêmeas juntos pois raramente brigam. Vivem em média 3 anos, e seu peso chega em média a 500g nos machos e 300g nas fêmeas.
Costumam dormir boa parte do dia e são ativos de noite. As fêmeas são mais ativas e brincalhonas do que os machos.

Rato de Estimação – Higiene

São animais limpos, não necessitam de banhos. Costumam se limpar diariamente.

Rato de estimação – Alimentação

A alimentação deve ser sempre completa, sendo que já existem rações específicas mas que podem ser complementadas com frutas, ovos cozidos e verduras. Deve-se evitar oferecer muitas guloseimas para os animais não ficarem com sobrepeso. A água deve ser sempre oferecida em garrafas ou sistemas de bebedouros automáticos.

Rato de estimação – Gaiola

Devem ser mantidos em gaiolas grandes, que tenham várias plataformas, tuneis e espaço para se exercitarem. Se utiliza normalmente maravalha, papel e até sabugo de milho picados como cama. São animais naturalmente curiosos, então devem ter brinquedos em sua gaiola e o dono deve sempre brincar com seus animais. A gaiola deve ser limpa diariamente para evitar acúmulo de fezes e urina. Se forem soltos pela casa deve-se tomar cuidado com janelas, ralos, fios soltos e outras coisas que eles possam roer. O ideal é manter uma supervisão sempre que forem soltos.

Rato de estimação – Reprodução

Se reproduzem facilmente, mas devem ter pelo menos de 3 a 4 meses de vida para iniciar a reprodução. Podem ter em média 6 filhotes por gestação, que dura em média 22 dias. Os filhotes ficam com a mãe nos primeiros 30 dias, depois devem ser separados e acostumados com o manejo humano para ficarem dóceis. Como se reproduzem facilmente muitas pessoas costumam castrar os animais para evitar uma superpopulação em casa.

Rato de estimação – Problemas com a saúde

Assim como outros roedores podem ter problemas dentários, pois os dentes têm crescimento contínuo. São animais resistentes mas em qualquer sinal de alerta como diarréias, falta de apetite, secreções nos olhos, nariz ou qualquer outro sintoma o veterinário deve ser procurado o mais rápido possível.O animal pode parar de comer, e apresentar emagrecimento.
Podem apresentar tumores, tanto na pele, nas mamas, e internos. Dependendo do quadro pode-se optar pela cirurgia de remoção, e tratamento com medicações. O veterinário deverá avaliar a melhor opção para cada animal.

M.V. Dra. Thalita Queté – CRMV 28542
Atendimento em domicílio para animais silvestres e exóticos

www.draquete.vet.br

Colunista: Dra. Thalita Queté - CRMV 28542. Graduada pela Universidade Cruzeiro do Sul, e pós graduada em clínica médica e cirúrgica de animais silvestres e exóticos mantidos como PET pela Universidade Castelo Branco e Instituto Qualittas. Atuando a mais de 5 anos na clínica e cirurgia de animais silvestres, atende em algumas clínicas e hospitais de São Paulo e também no atendimento em domicílio especializado.

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Colunista: Dra. Thalita Queté - CRMV 28542. Graduada pela Universidade Cruzeiro do Sul, e pós graduada em clínica médica e cirúrgica de animais silvestres e exóticos mantidos como PET pela Universidade Castelo Branco e Instituto Qualittas. Atuando a mais de 5 anos na clínica e cirurgia de animais silvestres, atende em algumas clínicas e hospitais de São Paulo e também no atendimento em domicílio especializado.